Depois de fazer sucesso com o seu primeiro filme de terror em 2015, “A Bruxa”, Anya Taylor-Joy em breve poderá ser vista novamente nas telas do cinema em “Fragmentado”, novo filme de terror de M. Night Shyamalan. Em entrevista para a plataforma Cinemablend, a atriz então o porque deste amor com os filmes de terror.

Anya admitiu que ela nunca foi obcecada com este gênero de filme, e que até o momento foi uma coincidência dela ter se apegado a esses personagens.

“Como uma atriz, é um enorme prazer trabalhar em filmes de terror, ou em qualquer coisa que te permita sentir essa intensidade de sentimentos. Eu já sou uma pessoa bem emotiva, e é muito legal ir pra algum lugar, gritar, quebrar as coisas, correr em círculos, chorar. No final do meu dia eu vou para casa e estou muito relaxada. Eu estou tipo ‘Ok, estou satisfeita’.”

Apesar de seu sucesso atualmente, a vida nem sempre foi um mar de rosas para Anya Taylor-Joy. Depois de passar uma época de sua vida na Argentina, a atriz mudou-se para Londres com seis anos de idade, onde passou por dificuldades nas escolas em que estava matriculada.

“Quando eu era jovem eu sentia que não me encaixava em lugar algum,” ela conta. “Eu era muito inglesa para ser argentina, muito argentina para ser inglesa, muito americana para ser qualquer coisa.”

Anya estudou na West London’s Hill House prep school, mesmo local em que o príncipe Charles também frequentou quando criança, e na Queen’s Gate School, cuja lista de alunos notáveis incluem a chefe de TV Nigella Lawson e a atriz Tilda Swinton.

“As crianças não me entendiam em qualquer tipo de contorno ou forma, e eu sofri muito bullying,” ela suspirou. “Eu estava acostumada a ser trancadas nos armários, você sabe, barrada das salas de aulas, não convidada para as coisas. Não era agradável.”

“(Eu gastava muito tempo) chorando em banheiros. Nós somos criaturas socais e não ficamos bem quando não somos aceitos, ou quando nos sentimos que não pertencemos a algum lugar.”

Aos 14, ela decidiu cortar esse mal pela raiz e mudou-se para Nova Iorque. Dois anos depois, Anya resolveu largar a escola para concentrar-se apenas em atuar e ela admite que ambas as decisões foram assustadoras para a sua família.

Em forma de protesto à chegada do empresário Donald Trump ao cargo de presidente dos Estados Unidos, Anya Taylor-Joy e outros atores foram convidados pela revista W a cantarem a clássica canção “I Will Survive“, de Gloria Gaynor. Participaram do vídeo personalidades como Emma Stone, Natalie Portman, Amy Adams e Andrew Garfield.


Anya Taylor-Joy Brasil - Todos os direitos reservados - Layout por André Rodrigues e Ana Liziane